28 de out de 2011

VENHA PARA O ELENCO MOSH!

Os melhores trabalhos de publicidade do nordeste estão aqui! Venha fazer parte do Elenco Mosh e faça trabalhos em foto, vídeo, recepções, ações promocionais e muitos mais! Cadastramento do Elenco Mosh
Fotos: Bruno Póvoa
Make: Paula Lessa
Produção: Marcílio Amorim Kaleb Melo e Katiane Loureiro

Dia: 29 de outubro de 2011 (sábado)
Horário: 10h às 18h
Traje: Jeans e camiseta básica (adultos) roupas coloridas (crianças)
Taxa: R$ 70,00 (novos cadastros) e R$ 50,00 (renovação de cadastro)
Obs: a taxa inclui finalização de cabelo e maquiagem + fotos + cadastro no site do Elenco Mosh por 6 meses.
Local: Espaço Elenco Mosh Av. Eng. Roberto Freire, 3193 - Capim Macio (Ao lado da Águia Piscinas)
Informações: (84) 8853-2250/8888-5808/9626-2500
Site: www.ElencoMosh.com.br
Facebook: Elenco Mosh
Twitter: @ElencoMosh

Curso de Interpretação para Comerciais de TV


O www.ElencoMosh.com.br realiza a sua primeira oficina de interpretação para comerciais de TV



E nos dias 12 e 13 de novembro estamos realizando o nosso primeiro curso de interpretação para comerciais de TV.
O oficina é ministrada pela atriz, professora e escritora Clotilde Tavares e visa trabalhar jogos cênicos e tecnicas de interpretação para teatro que podem ser aplicada em comerciais de TV e campanha publicitária.
Com o curso, você se capacitará para trabalhos publicitários de maior destaque, podendo trabalhas em campanhas com texto e com interpretação.
Informações: 3217-0042/8853-2250/9127-7072/9626-2500.

Carta Aberta a Governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini e a Sra. Isaura Rosado



Artistas, grupos, técnicos, críticos e pesquisadores de teatro do Rio Grande do Norte e vindos de vários lugares do país foram convidados, em outubro de 2010, para mais uma edição do Festival Agosto de Teatro, em Natal.

Pode-se dizer, como demonstram os registros, que o Festival foi um sucesso, não apenas porque reuniu uma parte da produção tearal do Estado e trabalhos importantes da temporada brasileira, como também porque naqueles dias conseguiu mobilizar em torno da arte os cidadãos e cidadãs da cidade, que compareceram sempre com grande entusiasmo, lotando as apresentações, festejando, aplaudindo os espetáculos e acompanhando as oficinas e encontros de avaliação programados.

O que restou inconcluso, não respondido, não praticado, eticamente ignorado, foi a resposta do Governo do Rio Grande do Norte, que até este momento não saldou seu compromisso com os contratados. Veio a mudança de gestão e, com ela, a velha estratégia que há tempos assassina a cultura do país: o estrangulamento da continuidade no andamento da coisa pública. Como se tratasse de empenhos cancelados pela gestão anterior, a atual gestão usou o argumento para justificar durante todos estes meses o não-pagamento da dívida, de maneira que um ano depois do Festival o Governo continua empurrando com a barriga, sem finalmente reconhecer que a dívida é do Estado e não do Governo que está pontualmente de plantão. Sinalizar com um novo empenho que não tem data para ser cumprido é o mesmo que sinalizar com nada.

Afora os argumentos de sempre e a promessa de que um dia pretende pagar o devido (quando?), a Gestão ainda tem que explicar não só aos artistas, mas à população, por que ignora que o Festival - que mobilizou tanta gente em torno do teatro naqueles dias – é algo que não tem interesse para a vida coletiva, do Estado, dos cidadãos. Pois que é isto o que se evidencia. A pergunta é: por que a cultura e seus agentes (desde que naturalmente não estejam colados a contextos midiáticos, quando o papo muda) é sempre tratada como algo absolutamente não prioritário? Por que a Cultura não interessa aos governantes? – O que esta situação perfeitamente exemplifica.

Por isso os criadores de teatro envolvidos no Festival exigem uma posição clara do Governo do Rio Grande do Norte e a solidariedade dos cidadãos e cidadãs que julgarem esta uma causa justa. Menos pelo dinheiro, mais pelo tratamento que vem sendo dispensado até aqui.

Esta carta segue para a imprensa local e nacional. Pedimos que multipliquem também através da redes sociais.