27 de out de 2010

FUNCARTE RECEBE A MAIOR MOSTRA SIMULTÂNEA DE ARTE DO PAÍS!

Yara Tupinambá expõe o desenho-pastel "Lira 37" na Galeria Newton Navarro

Liliane Dardot (de rosa) participa da mostra em Natal com a litografia "Tatuara"


Sem dúvida o meu maior desafio à frente do Núcleo de Artes Visuais da Funcarte foi contribuir para a montagem desta belíssima iniciativa da Caixa Econômica Federal. Num país sem memória e onde 96% da população nunca entrou dentro de uma galeria de arte, pensar as Artes Visuais de maneira tão ousada e instigante é motivador. Estou feliz por fazer parte deste processo de trabalho e de partilhar por osmose de todo o know-how da Aori Produções Culturais, produtora paulista responsável pela montagem da exposição em todas as capitais brasileiras. Espero que o público potiguar faça a sua parte e desfrute da beleza e dos efeitos transformadores que só a arte pode nos proporcionar!

Estão todos convidados!

CAIXA APRESENTA A MAIOR MOSTRA SIMULTÂNEA DO PAÍS

“Galeria CAIXA Brasil” comemora os 150 anos do banco com exposições em todas as capitais do país e promove uma seleção popular

A Caixa Econômica Federal apresenta, de 05 a 28 de novembro de 2010, “Galeria CAIXA Brasil”, a maior mostra simultânea já realizada no país. O acervo artístico do banco – que inclui trabalhos de Djanira, Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti e outros – será exposto nas 27 capitais brasileiras, como parte das comemorações dos 150 anos da CAIXA. As exposições, com entrada franca, serão montadas nas cinco unidades da CAIXA Cultural (Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo) e em museus e galerias de arte de instituições parceiras nas demais cidades.

A abertura das 27 exposições, no dia 05, ocorrerá em homenagem ao Dia Nacional da Cultura Brasileira. Nas unidades da CAIXA Cultural haverá oficinas para alunos de escolas públicas e particulares, instituições que cuidam de idosos e pessoas com necessidades especiais, além de visitas monitoradas.

Cada capital receberá obras de artistas renomados que compõem o acervo da CAIXA, como Di Cavalcanti, Aldemir Martins, Djanira, Portinari, Glauco Rodrigues, Antonio Poteiro, Abelardo Zaluar, Tomie Ohtake, Francisco Rebolo, Cícero Dias, Antonio Bandeira, Newton Cavalcanti, Yara Tupinambá, Renina Katz, Rui Faquini e tantos outros, totalizando 600 obras de arte, entre pinturas, gravuras, fotografias, serigrafias, desenhos e outras técnicas.

Seleção Popular

O visitante, em cada um dos 27 locais da mostra, poderá votar nas três obras preferidas. Ao final das exposições, as três peças eleitas em cada capital, totalizando 81, comporão cinco novas exposições fruto da preferência popular. Estas poderão ser visitadas em janeiro de 2011, quando o banco comemora seus 150 anos, nos cinco espaços da CAIXA Cultural pelo país.

Acervo Artístico CAIXA

A CAIXA possui um acervo artístico composto por quase 2 mil obras entre pinturas, esculturas, tapeçarias, fotografias e gravuras. A formação desse acervo deu-se por aquisições de coleções temáticas – que tem como marco o ano de 1968, quando a CAIXA começou a encomendar obras de renomados artistas brasileiros; pela incorporação de 246 obras do acervo do extinto Banco Nacional da Habitação (BNH), em 1986; passando pela aquisição da Coleção Brasília, em 1987, a coleção do V Centenário em 1998/9 e, também, por algumas doações de artistas expositores.
O Acervo da CAIXA abrange um longo período das artes plásticas no Brasil, estando representadas pelo acervo quatro gerações de artistas brasileiros, formando um amplo quadro da diversidade de escolas e tendências que marcam a produção dos últimos cem anos.
A primeira coleção é composta por obras de artistas consagrados, adquiridas para ilustração de bilhetes da Loteria Federal em datas comemorativas como Natal, São João, Independência, Carnaval e Inconfidência Mineira. Nessas ocasiões a CAIXA promovia as chamadas extrações especiais que, além de oferecer ao mercado o atrativo dos prêmios, passaram a ter, já em 1968, a ilustração dos bilhetes correspondentes por renomados artistas brasileiros. Djanira foi a primeira artista contratada, seguida por Di Cavalcanti, Glauco Rodrigues, Newton Cavalcanti, Carlos Scliar, Wellington Virgolino e Aldemir Martins, totalizando 37 artistas.
A segunda coleção veio com a incorporação do BNH à CAIXA, em 1986. Tal processo envolveu a transferência do patrimônio do extinto órgão para a CAIXA. Parte desse patrimônio era o acervo artístico composto de 246 peças. Trata-se de um conjunto de obras que inclui artistas como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Manabu Mabe, Vicente do Rego Monteiro, Milton Dacosta, Alfredo Volpi, dentre outros. Parte dessa coleção encontra-se no acervo do Rio de Janeiro.
A terceira coleção foi adquirida em 1987, ano em que Brasília foi elevada à condição de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. É formada por 60 obras de artistas como Carlos Bracher, Glênio Bianchetti, Eduardo Zimmermann, Cláudio Tozzi e Athos Bulcão, entre outros.
Dando continuidade à sua política de incentivo às artes nacionais, a CAIXA, em 1998, iniciou a composição de mais uma coleção, cujo tema é o "V Centenário do Descobrimento do Brasil". Dentro dessa proposta, em 1998, foram adquiridas cinco obras de autoria dos artistas Carmela Gross, João Câmara, Siron Franco, Roberto Aguilar e Daniel Senise. Em 1999, continuando a executar o projeto de formação da Coleção V Centenário do Descobrimento, foram analisados vários projetos de artes plásticas e escolhido o artista Antônio Poteiro, pintor e escultor residente em Goiânia, com aquisição de três obras.

SERVIÇO:

Galeria CAIXA Brasil
Abertura: 05 de novembro de 2010, às 19h em todas as capitais
Visitação: de 06 a 28 de novembro de 2010
Classificação etária: livre
Entrada franca
Acesso para pessoas com necessidades especiais

Natal - RN
ESPAÇO EXPOSITIVO: Fundação Cultural Capitania das Artes
ENDEREÇO: Avenida Câmara Cascudo, nº 434 – Centro
DIAS DE FUNCIONAMENTO DO MUSEU: Segundas às sextas
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: Das 8h às 17h
TELEFONE: (84) 3232-4950
Assessoria de imprensa local: comunicacao.rn6236@caixa.gov.br

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